Jesus Cristo, o Senhor das nações


worldmapNesse capítulo, João foi levado pelo anjo ao deserto. Ali ele viu uma mulher montada numa Besta com sete cabeças e dez chifres. Uma vez que nossa interpretação deve respeitar as evidências bíblicas e históricas e que o próprio anjo prometeu explicar o significado da visão, podemos identificar os personagens principais e suas ações.

Um deles é a Besta (vs. 12 e 13), um animal feroz que anda sobre 4 patas. No contexto bíblico, o próprio Satanás. Essa Besta possui 7 cabeças e 10 chifres que são reis e governantes que darão seu poder e sua autoridade à Besta.

 A ação principal da Besta, com suas cabeças e chifres, é guerrear contra o Cordeiro (v.14), o Senhor dos senhores e o Rei dos reis, Jesus Cristo que os vencerá. A Besta usará todos os seus recursos para se opor a Jesus e afligir os santos, porém o Cordeiro e seus servos fiéis a vencerão.

Nos versos seguintes (15 e 16), o cenário é de água. São povos, multidões, nações e línguas. A Besta, que simboliza o poder do governo político, emerge do mar tomando sua força desses. Nesse contexto, aparece a mulher, uma prostituta que se veste de riqueza, nobreza e realeza. Essa é uma cidade que traz consigo seu poder político e econômico, sustentada pela Besta e pelos povos dominados por ela.

Ao final do capítulo, percebemos que foi Deus quem colocou no coração dos reis o desejo de realizar o propósito que Ele tem. Deus não perdeu o controle, mas a vontade final é dele. Portanto, o marco final das nações e seus governantes é cumprir as palavras de Deus, mesmo que aconteça um embate com o Cordeiro, a vitória final é dEle, o Senhor das nações.

Feliz Páscoa,

Pr. Jhonatan Rodrigues