A seriedade da gratidão


“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos…” (2 Timóteo 3.1-2)

Nessa última quinta-feira, 23/11, foi celebrado o “Dia Internacional de Ação de Graças”, data essa, muitas vezes, esquecida ou substituída pelas “blackfridays”. Com isso, a gratidão cede lugar a diversas formas de expressar o descontentamento, a insatisfação e, até mesmo, a ingratidão. Convido você a ler esse texto de John Piper.

gratidaoObserve como a ingratidão acompanha o orgulho, a blasfêmia e a insubordinação. Em outro lugar, Paulo diz: “nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices… antes, pelo contrário, ações de graças” (Efésios 5.4). Assim, parece que a gratidão é o oposto da desonra e violência.

O motivo disso é que o sentimento da gratidão é humilde, não orgulhoso. Gratidão é exaltar o outro, e não a si mesmo. É ser alegre de coração, não irado ou amargurado. A chave para libertar um coração grato e vencer a amargura, a desonra, o desrespeito e a violência é uma forte confiança em Deus, o Criador, Sustentador, Provedor e Doador da esperança. Se não cremos que estamos profundamente em dívida com Deus por tudo o que temos ou esperamos ter, então a própria fonte da gratidão ficou seca.

Portanto, concluo que a ascensão da violência, do sacrilégio, da desonra e da insubordinação nos últimos tempos é uma questão relativa a Deus. A questão básica é a falha em sentirmos gratidão nos níveis mais elevados da nossa dependência.

Quando a elevada fonte da gratidão a Deus falha no topo da montanha, logo todos os reservatórios de gratidão começam a secar mais abaixo na montanha. E quando não há gratidão, a soberania do “eu” desculpará cada vez mais a corrupção para o seu próprio prazer. Ore por um grande despertamento da gratidão humilde.

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