45 mil pés


Voar alto é a possibilidade de alguns aviões, a característica de algumas aves, a oportunidade para algumas pessoas, a realização de alguns super-heróis. Às vezes, voar alto é subjetivo, pois depende do ponto de vista, do referencial da medida, do alcance conseguido.

452c0dee-a7ba-402f-bb2f-d43f29471df9Para se chegar a Charlotte, a cidade mais populosa da Carolina do Norte e a maior da costa leste dos Estados Unidos, é preciso voar alto, cerca de 45 mil pés. Lá é a cidade da rainha, a “Queen City”, conhecida também como a “The Hornet’s Nest”, mas não se preocupe com isso, afinal vespas não voam alto!

Para alguns, voar alto é um sonho, um dom, um privilégio. Para outros, uma necessidade, uma questão de sobrevivência. Independente do que seja, voar alto traz consigo chances ímpares e peculiares num destino que pode ir muito além do científico, do tecnológico, do teológico e caminhar em direção ao alto trono do Eterno.

Jesus voou alto, acima das frustrações, das indiferenças, das acusações, da morte. Enquanto voava deixou a manjedoura, a cidade, a cruz e o túmulo vazios, mas não os seus discípulos, enviou do alto céu, o Consolador e disse para voarmos o mundo inteiro sabendo que Ele nunca nos deixaria só.

Quem voa alto deixa lembrança, saudade, marcas e a esperança do reencontro aqui em baixo ou lá no alto. Quem voa alto deixa fotos, vídeos, intercorrências e turbulências que nem sempre foram boas, mas fizeram parte do voo.

Charlotte foi escolhido como o “melhor lugar para se viver na América” e também é um dos melhores para se prosperar. Talvez, com essas informações, você também queira ir pra lá, não se esqueça, é preciso voar alto. Mesmo que você não tenha a Carolina do Norte como destino final, voe cada vez mais alto em busca da excelência, sabendo que você nunca estará sozinho.

Boa viagem, Lemuel e Fernanda!

Pr. Jhonatan Rodrigues e Terceira Igreja.